21/10/2015

Mesa redonda 'di finason ti rap'

Em Cabo Verde (e pelas cidades globais desse mundo), em matéria identitária, existe hoje duas tendências juvenis bem visíveis: a maioria, crioulizada (que para alguns significa ocidentalizada) e uma minoria, africanizada (que para alguns significa radicalizada). Ambas, cada uma à sua maneira, encontram-se em processo de indigenização. O rap cabo-verdiano, uma de entre várias ferramentas identitárias ao dispor dos jovens nesse processo, encontra-se igualmente em processo de indigenização. Neste evento, a minha comunicação busca discutir através do rap (e da juventude urbana glocalizada) as actuais dinâmicas e contradições da sociedade cabo-verdiana, tendo a dita "cultura tradicional" como pano de fundo.

"Do finason ao rap: Cabo Verde e as músicas de intervenção", parte de um artigo maior no prelo, publicado Abril último no Buala,   

[Na imagem geração powa swag. Foto de Exotrik]