Para além do futebol, Can é o momento de afirmação patriótica, numa África assolada pelo genocídio nigeriano, calamidade social na Serra Leoa e surgimento dos pimeiros protestos anti-Charlie Hebdo (na Argélia e no Niger). É também palco da ostentação pornográfica do nacionalismo burguês (ou aburguesado) pós-colonial.
No entanto, o que realmente interessa nestas semanas é o orgulho nacional e a afirmação dos Tubarões Azuis enquanto potência do futebol africano, não obstante a fraca aposta em políticas públicas desportivas centralizadas no país de talentos desperdiçados.
Tubarões Azuis atacam Can 2015
No entanto, o que realmente interessa nestas semanas é o orgulho nacional e a afirmação dos Tubarões Azuis enquanto potência do futebol africano, não obstante a fraca aposta em políticas públicas desportivas centralizadas no país de talentos desperdiçados.
Tubarões Azuis atacam Can 2015
[Na imagem Heldon e Ryan Mendes no Can, 2013]
